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quarta-feira, 2 de maio de 2012

UM CÓDIGO SEM FLORESTA

Segundo avaliações, documento aprovado representa retrocesso 
O novo código florestal, aprovado na semana passada, mantém as atividades agropecuárias iniciadas até 22 de julho de 2008 em áreas de preservação permanente (APPs), mas as demais regras de replantio da vegetação foram excluídas. Permaneceu no texto a necessidade de recomposição de um mínimo de 15 metros de mata nas áreas de preservação permanente (APPs) em torno de rios com até 10 metros. O texto ainda precisa ser sancionado pela presidente Dilma Rousseff.
A principal justificativa é que precisamos aumentar a produção de alimentos para um mundo que já ultrapassou a marca de 7 bilhões de pessoas. 
Marina Silva Ex- ministra do Meio Ambiente em uma reportagem  diz que é possível ainda expandi-la com a recuperação das áreas degradadas e abandonadas, que podem chegar a outros 100 milhões de hectares, que não seria uma boa opção este novo código, ainda mais conhecendo os problemas climáticos, gerados pelo aquecimento global.  A única forma de solucionar mais um problema ambiental seria a de Dilma vetar estas propostas que reduzem áreas de reserva legal e preservação permanente.
BIBLIOGRAFIA:
RADAR RIO + 20                             
 

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Ainda bicicletas

Este vídeo foi divulgado numa campanha educativa realizada na Inglaterra, alertando os motoristas sobre os cuidados a serem tomados em relação aos ciclistas. É muito interessante.

É um vídeo simples, que prende a atenção do espectador porque se apresenta como um jogo e, ao final, mostra como as pessoas são atraídas por algum detalhe da imagem à sua frente em detrimento de outros detalhes. Somente ao encerrar faz uma conexão com os motoristas e os ciclistas.
Assistam!!!



BIBLIOGRAFIA:

Uso de bicicletas como indicador da redução de desigualdades sociais

Um dos temas discutidos na Conferência “Planet Under Pressure” em Londres foi o papel da igualdade e da equidade na governança para uma sustentabilidade global. Dentro deste tema foram levantados diferentes aspectos como, por exemplo, os elementos necessários para a formação de uma liderança global efetiva ou os efeitos dos traumas e da brutalidade decorrentes da violência em países em desenvolvimento.
Um enfoque interessante foi defendido por Richard Wilkinson, professor da University of Nottinghan, da University College London e da University of York, no Reino Unido. Ele explorou o tema da desigualdade na grande escala global, com o foco direcionado para a qualidade de vida. O professor salientou que é possível ter uma política de emissão de gases adequada sem, no entanto, alterar a estrutura socioeconômica, mantendo-se, portanto, o problema da desigualdade.
O professor sugere critérios de avaliação centrados na variável igualdade como a definidora da qualidade de vida e não somente no crescimento econômico. Ele salienta que a violência, o abuso de drogas e outros problemas correlatos são menos intensos nos países onde há valorização do espaço comum e público em oposição às práticas consumistas que intensificam a desigualdades e o aquecimento global com efeitos negativos no meio ambiente.
Em defesa da sua teoria o professor elaborou um indicador pautado na relação entre o uso de bicicletas no transporte cotidiano com a qualidade de vida nas democracias desenvolvidas, como um fator de bem-estar social e desenvolvimento sustentável.
BIBLIOGRAFIA:
Uso de bicicletas como indicador da redução de desigualdades sociais. Lilian Saback. Jornal da PUC. 27/04/2012 obtido no site:

Nossa visita ao blog As Educadoras

Gostei da matéria a respeito das mudanças de hábitos no cotidiano das pessoas no mundo inteiro. De um modo geral, costuma-se criticar somente e as mudanças positivas ocorridas não são mostradas. É evidente que muita coisa ainda falta ser feita, mais lembrar e salientar as atitudes positivas já desenvolvidas é uma prática saudável.
Visite o blog:

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Visita ao Blog "Rio +20 na rota da Educação" do grupo "Pedagogas do Amanhã"

Interessante a matéria Na Onda dos Prédios Verdes. Numa cidade como o Rio de Janeiro, onde é enorme o número de construções ilegais, em locais perigosos que apresentam risco de desabamentos é muito importante tomar consciência de que existe um movimento no sentido não só de construções de acordo com a lei, mais principalmente de construções com padrões de sustentabilidade.
Outro aspecto que atrai nessa matéria é o nível de exigência colocado como necessário para que as construções sejam consideradas sustentáveis. O texto ressalta que são necessárias estratégias e soluções de engenharia e arquitetura que reduzam os impactos ambientais gerados pelo edifício em toda a sua vida útil. Atualmente, por força da divulgação da ideia de responsabilidade social das empresas frente ao meio ambiente, é comum a propaganda de projetos sustentáveis desenvolvidos por uma empresa, objetivando somente a simpatia de seus clientes. Na realidade, esses projetos se constituem numa atitude isolada sem repercussão no meio ambiente. Por isso, é significativo o nível de exigência nos “Prédios Verdes”.
Visite o blog no endereço:

http://r20edu.blogspot.com.br/

domingo, 22 de abril de 2012

Dia da Terra


Hoje, dia 22 de abril, é comemorado o Dia da Terra. O Dia da Terra foi criado na década de 70 nos Estados Unidos. Um derramamento de óleo em 1969 em Santa Barbara, CA, EUA, inspirou o senador estadunidense Gaylord Nelson a criar este dia com o objetivo de conscientizar as pessoas sobre o meio-ambiente e suas consequências para o nosso planeta. Esta idéia permanece absolutamente atual . Apesar de um início tímido, o Dia da Terra vem ganhando cada vez mais importância. Espera-se que, este ano, com a proximidade da Conferência Rio +20, vários países ao redor do mundo comemorem o Dia da Terra com atividades voltadas para o cuidado com o meio ambiente.

BIBLIOGRAFIA:
Dia da Terra. Marcelo Ribeiro em 21/04/2012 às 23:58hs. Publicado no site:
Foto obtida no site:

sábado, 21 de abril de 2012

Visitando o blog “Projeto Interdisciplinar AVM 1º semestre 2012” do grupo “Educar para Mudar”

Li a reportagem sobre “Vencer desafios”, que fala a respeito da situação precária de algumas escolas causada por atos de vandalismos, mas que apesar das dificuldades, há alunos esforçados, com vontade de ir estudar.
 Essa afirmação saltou aos meus olhos na questão do ensino na idade adulta. Na foto, podemos ver que os alunos são adultos, o que nos remete a questão de que quando um adulto toma a decisão de voltar a estudar, tal decisão é feita com responsabilidade, existe a motivação, o estímulo, e acima de tudo, experiências vividas e a determinação de aprender, independente de dificuldades que possam aparecer no caminho.
Visite o blog no endereço: